quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Triagem 23º Musicanto




- SER TÃO FORTE
Genésio Tocantis - Palmas/TO

- COMPARTIR
Ricardo Castro/Lula Barbosa - Belo Horizonte/MG

- NA CACIMBA DO TOCAIO
Vinícius Brum/Tuny Brum - Santa Maria/RS

- ATÉ O PÉ “SENTAR” NO ESTRIBO
Jorge Modesto/Marcelo Holmos/Matheus Alves

- O QUE DIGA
Jean e Paulo Garfunkel - São Paulo/SP

- TONADA DE LAS HILERAS
Jorge Duarte Weber/Miguel Dario Diaz - Bradília/DF e La Plata/Buenos Aires/ARG

- DE NOVO PRA “VÉIO”
Samuel Costa dos Santos - Porto Alegre Alegre/RS

- SONHADORES
Robson Barenho/Leonardo Ribeiro - Brasília/DF e Porto Alegre/RS

- RANCHO CAIADO
Cristiano Rauber/João Carlos Loureiro/Glademir Escobar - Santa Rosa/Itaqui/RS

- GATO BARCINO
Rodrigo Jacques - Pelotas/RS

- TRAVESSEIRO DE PEDRA
Renato Casca/Elias Rezende - Santa Maria/RS

- COM A BÊNÇÃO DO URUGUAY
Érlon Péricles - Porto Alegre/RS

- DE LA TIERRA MIA
Angelo Franco - Porto Alegre/RS

- EU QUERO SER DO MUNDO
Érlon Péricles/Zelito Ramos - Porto Alegre/RS

- FIRENZE
Paulinho Cardoso - Porto Alegre/RS
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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

César Oliveira e Rogério Mello entram na discussão

Após a publicação da reportagem sobre o retorno de artistas da tchê music para o tradicionalismo, reacendeu-se a polêmica. César Oliveira & Rogério Melo que o digam!
Os músicos resolveram apoiar a volta de Luiz Cláudio às origens e acabaram sofrendo críticas de tradicionalistas.

É que a dupla cedeu a canção e participou da gravação de Se o Rio Grande me Precisa, que marca o retorno de Luiz ao tradicionalismo. E aí veio a confusão.

Em um trecho do e-mail remetido por um editor de um blog tradicionalista (www.apaisanado.blogger.com.br), eles são acusados de “apoiar essa semvergonhice”.

– Antes de criticar, essas pessoas deveriam se informar melhor. A nossa cultura está, aos poucos, enfraquecendo. Temos que trazer os nossos bons músicos de volta para a música tradicionalista. Nossos CTGs estão quebrados hoje porque os músicos perderam a sua identidade – dispara César, para então complementar:

– Em busca de reconhecimento nacional, os músicos perderam a sua essência, o diferencial:a bombacha, a música bem feita aqui!

Para César, o fracasso da tchê music é irreversível.

“Todos eles voltarão”

– Se o caminho de volta do Luiz Cláudio estivesse errado, os demais não retornariam também. Ele já esteve em grupos como Os Serranos e Os Campeiros, que, aliás, foi onde começou.

Precisamos de quem canta a música gaúcha. Todos eles voltarão. Se ele está buscando a evolução, quem somos nós para ser contra? – abre a discussão.

César põe mais lenha na fogueira ao afirmar que grande parte dos jovens frequentadores do Parque Maurício Sirotsky Sobrinho em época de Semana Farroupilha não tem comprometimento com a tradição. Ao mesmo tempo, diz:

– E se esse público não existisse? Não levaremos adiante a música gaúcha sozinhos. Temos que nos unir!


Fonte: Diário Gaúcho - José Augusto Barros
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Enquete - Opina gurizada!



Os grupos tchê que pretendem voltar às origens merecem uma segunda chance?

Sim. O passado ficou pra trás!

Não. Já se "venderam" uma vez, não é de gente assim que precisamos!

Depende. Se a volta for comprovadamente definitiva, porque não?!












quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Resultado 3ª Ronda da Canção - Lages/SC

1º LUGAR:
Alma de estrada e poeira
Int: Floreio Nativo
L: Eduardo Correia
M: Arthur Boscato

2º LUGAR:
Milongas e Cordas
Int: Quarteto Coração de Potro
L: Ramiro Amorim
M: Michel Martins

3º LUGAR:
Aço do Tempo
Int: Grupo Moda Antiga
L e M: Renato Ramos

Mais popular: Cabanha Agua
Int: Grupo Cantiga de Verso e Alma
L: Milton H.
M: Juliano Lemos

Melhor intérprete: Adriano Posai

Melhor instrumentista: Augusto Maraca

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Vozes Rurais volta a se apresentar!

O grupo Vozes Rurais, depois de exatos 10 (dez) anos afastado dos palcos resolve voltar a se apresentar.
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O Grupo vem ensaiando a aproximadamente 01 (um) ano para poder fazer uma apresentação com o nível desejado.
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O sonho de todo músico, com plena convicção, é de poder tocar em um teatro, sonho este que tem data e hora marcadas para o Grupo Vozes Rurais.
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O espetáculo será dia 29 de novembro, exatamente às 20h.


A peculiaridade do Grupo se encontra no seu repertório, embora deixamos claro que não somos contra a nenhum estilo de música, resolvemos fazer um repertório com a “cara” do grupo atual, nossa música será lembrada pelo seu estilo de ser executa, arranjos próprios, dinâmicas que estamos trabalhando a tempos para que assim possamos desempenhar da melhor maneira possível em cima do palco.
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Nossa música oscila entre composições de artistas consagrados da música regional gaúcha, como da música nacional, variando entre músicas do Grupo Expresso Rural (nas manhãs do sul do mundo/ certos amigos), Almir Sater (romaria/ tocando em frente), Neto Fagundes (pé na estrada/ louco por chamamé), Léo Almeida (tropeiros de sempre), Kleiton e Kledir (vento negro/ vira-virou), Luiz Marenco (meus amores/ pra o meu consumo), Victor Hugo (horizontes/ desgarrados), etc. Com certeza músicas que causarão impacto, pois o fato de não serem mais tocadas por grupos locais, não significa que estas músicas estão esquecidas!
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Este espetáculo terá a duração de 1h e 45 minutos, onde serão apresentadas 18 (dezoito) composições. Teremos nesse espetáculo um equipamento áudio-visual de última geração, som contemporâneo, iluminação fantástica, telões, enfim um espetáculo digno para a vossa presença!
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Estamos ainda preparando um “makking-off” para este evento que será mostrado ao público nos telões antes da apresentação da banda, neste vídeo traremos depoimentos dos integrantes atuais, depoimentos de amigos da banda, fotos dos ensaios e das reuniões, algumas surpresas estão reservadas para todos que estiverem prestigiando a banda!

domingo, 25 de outubro de 2009

Será o fim da Tchê Music?


Reportagem de capa do Diário Gaúcho, do dia 17 de outubro de 2009:
JOSÉ AUGUSTO BARROS jose.barros@diariogaucho.com.br

Músicos do movimento que abandonou a pilcha nos palcos, desafiando patrões de CTGs, voltam atrás e rendem-se ao tradicionalismo.

Três anos após a polêmica que varreu bailantas Rio Grande afora, os filhos à casa tornam. Em 2006, de um lado do embate, estavam os integrantes das chamadas bandas de tchê music, do outro, os irredutíveis tradicionalistas.

Agora, nomes até pouco tempo da tchê music, como Luiz Cláudio e o grupo Quero-Quero, estão voltando às origens. Outros, como o Tchê Barbaridade, tentam o meio-termo. Será o início do fim da tchê music? Eles serão aceitos de volta nos CTGs?

Pelas palavras do presidente do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF), Manoelito Savaris, não será tão simples assim.
– Se voltarem a fazer música gaúcha tradicional, tendo a postura adequada, serão contratados. Mas poderão ter dificuldade, pois haverá desconfiança – avisa o tradicionalista.
– Quem for contratá-los terá que tomar certos cuidados. Eles terão que comprovar que voltaram ao tradicionalismo – sustenta Manoelito.

Quem for voltar, que volte por inteiro:– Se quiserem disputar o mercado, que venham por inteiro. Existem 900 galpões de CTGs realizando bailes e fandangos pelo Rio Grande do Sul!

Crítico de todo e qualquer tipo de radicalismo com que tradicionalistas tratam a questão, o folclorista e pesquisador Paixão Côrtes ressalta:– Sou contra qualquer medida proibitiva, mas sou a favor de conceituação, da diferenciação dos estilos claramente.

E, se o presidente do IGTF, Manoelito, aposta que os tchês têm prazo de validade:– Eles não guardam raiz com nada!

Aí, o eterno Laçador bem que concorda:– Todo modismo tem tempo limitado, é circunstancial, consumista...

Quero-Quero, um dos grupos mais renomados, teve apenas um DVD em estilo tchê music e não quis continuar na linha. Foi em 2005, com Ave Fandangueira ao Vivo.– Tentamos passar para um mercado que estava se abrindo. Mas o público mais fiel chiou e com razão. Nossa veia é tradicional – define o vocal, André Lucena.

Para confirmar o que diz, o músico ressalta que o grupo nunca deixou de usar toda a vestimenta gaúcha nos palcos.– A gente ouvia: “O Quero-Quero tá na tchê music, então, não toca mais no nosso CTG”. Mas já estamos recebendo convites novamente – relata o integrante do grupo.

Quanto ao motivo da volta às origens, o cantor não poupa palavras, ainda que com um pouco de receio de provocar a ira dos adeptos da tchê music:– Nós somos muito críticos em relação à musicalidade. O que observamos, sem querer depreciar ninguém, é que as letras da tchê music eram muito pobres!

Os fãs já podem agendar-se, porque o retorno do grupo ao tradicionalismo será marcado pelo lançamento do álbum Quero-Quero 20 anos de História. Deve estar nas lojas em dezembro.
Em 2006, Luiz Cláudio declarava: “Abandonamos a pilcha para ficar mais perto do público”. Hoje, voltou a usar bombacha e, definitivamente, como gosta de ressaltar.– O nosso público começou a nos cobrar músicas tradicionais. Nunca cuspi no prato que comi, apenas segui um caminho que achei conveniente na época. Voltei para ficar – assegura.

Durante o seu tempo de tchê music, os CTGs não o aceitavam. Agora, tem esperança que a situação mude:– Já pilchado, fiz o encerramento da Semana Farroupilha em Canoas.
Um dos primeiros a saber da mais recente mudança de Luiz Cláudio foi Manoelito, que, em 2006, presidia o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), hoje comandado por Oscar Gress (o Diário tentou contato, mas Oscar está em viagem). Luiz Cláudio enviou e-mail a Manoelito, com a capa do novo CD e com a música Se o Rio Grande me Precisa – na “nova” linha tradicionalista.– Fiz isso para me retratar com ele e comunicar a mudança. Ele respondeu muito bem – conta o músico.

Direto de Itajaí, Santa Catarina, onde Tchê Garotos fez show recentemente, o gaiteiro e vocalista Markynhos Ulyian nega o rótulo de tchê music para o grupo. Mas não dá para negar que foi justamente quando abandonaram a fase tradicionalista, que estes gaúchos começaram a bombar nacionalmente.– Tchê music não existe no resto do país. Em São Paulo, por exemplo, somos sertanejos. Em novembro, lançaremos o CD Tchê Garotos – Luau Sertanejo – conta.
Quanto aos grupos que estão voltando para o tradicionalismo, Markynhos é definitivo:– Acredito que é mais uma forma de desespero deles, atrás do ganha-pão.

Em busca de “um ponto de equilíbrio entre as vertentes”, como gosta de argumentar, o Tchê Barbaridade lança o CD Cante e Dance com faixas bem mais campeiras como Trancaço, escrita por Mauro Moraes, premiado em vários festivais nativistas.– A gente vai tentar achar um caminho para unificar as duas ideias, o tradicional com o novo. Já temos músicas com esta perspectiva – afirma o vocalista e líder do grupo, Marcelo Noms.

Mesmo perseguindo o meio-termo com o resgate do tradicional, o Tchê Barbaridade não pretende vestir a bombacha de novo.– Temos uma cantora (Carmen). Colocá-la vestida de prenda é pedir para andar para trás! – sentencia o músico, que finaliza com uma observação:– Deixamos de ser um objeto cultural, para ser um grupo totalmente ligado à música.


Fonte: Roda de Chimarrão - ClicRBS

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Festival Baqueria d´Los Pinares

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1- Porteira de arame - Milonga
Letra: Felipe Corso – Canoas e Caxias do Sul- RS.
Música: Esequiel Oliveira


2- Horizonte de tropeiro - Cateretê
Letra: Juliano Duarte e Cristiano Barbosa – Lages- SC e Antonio Prado-RS
Musica: Reginaldo Färber – Lages- SC

3- Se o verso me vem - Toada
Letra: Rômulo Chaves – Palmeira das Missões- RS
Musica: Juliano Javoski

4- Uma milonga apenas - Milonga
Letra/Música: Cassiano Gervin – Vacaria e Marau- RS

5- As manhãs do Iguariaçá - Milonga
Letra: Miguel Bicca – São Borja e Cruz Alta-RS
Musica: Sabani Felipe de Souza

6- No Rastro da própria sina - Polca
Letra: João Sampaio e Odenir dos Santos – Itaqui- RS
Musica: Felipe Corso


7- Por culpa de um palheiro - Chamarra
Letra: Gilberto Porto Lamaison – Passo Fundo- RS
Musica: Gabriel Lucas dos Santos

8- No alvorecer de um campeiro – Rasguido Doble
Letra/ Música: Adilson Rogério de Oliveira – Lages- SC

9- Muito antes das estâncias - Chamamé
Letra/ Música: Gabriel Lucas dos Santos – Passo Fundo- RS

10- O campo que trago – Rasguido Doble
Letra/Musica: Henrique Aguirre – Marau- RS

11- Lá no alto da coxilha - Milonga
Letra: Rafael Teixeira Chiapetta – Cachoeira do Sul- RS
Musica: Sabani Felipe de Souza

12- As Marcas de Outrora - Polca
Letra/Música: José Ricardo Barbosa – Passo Fundo-RS

13- Capataz de estância um ofício gaúcho - Chamarra
Letra: Rômulo Chaves – Palmeira das Missões- RS
Música: Juliano Javoski

Suplentes
1 - De poeira e estrada – Milonga
Letra: João Sampaio e Diego Muller – Cacequi, Canoas e Caxias do Sul- RS
Música: Esequiel Oliveira

2 – Luz Colorada – Tango
Letra: Sergio Saretto – Brasília, DF e Vacaria- RS.
Música: Carlos Capanoni e Uilian Michelon

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

7º Canto Sem Fronteira

Regulamento e Inscrição da 7ª Edição do Canto Sem Fronteira serão feitos apenas via site do festival. para acessar Clique Aqui